Consumo Autoral e Cool-Hunting

por Alexia Chlamtac

Cool-hunting – caçar tendências. Observar, registrar, traduzir, perceber. É preciso mais que vontade para ser cool-hunter, precisa-se olhar tudo a sua volta, captar estilos, comportamentos, desejos de consumo. Após isso, é necessário traduzir toda essa informação da forma mais mastigada possível, e depois vender antecipadamente para alguma empresa/marca. É necessário fazer uso da intuição. Porém, antes disso tudo, é necessário estudar, e muito, para saber direcionar (e refinar) o olhar, perceber o que está ao seu redor. É preciso aprender a usar a bola de cristal.

Consumo autoral – após anos de compras baseadas em estar ou não inserido em um contexto social (ainda existem resquícios disso -ou mais do que resquícios), hoje as pessoas buscam o consumo autoral: compras baseadas no prazer pessoal. O indivíduo se questiona (ou deveria se questionar) antes de adquirir algo, compra para adquirir satisfação pessoal. Sendo assim, não basta lançar um produto, precisa conquistar o consumidor!

Gostou dos assuntos? Quer saber mais? Pois bem, o Instituto Rio Moda (citado várias vezes aqui no blog com seus workshops MA-RA-VI-LHO-SOS) realiza no fim do mês um workshop que aborda os dois assuntos, facilitado por Laiza Martins. “O workshop tem como objetivo identificar os Novos Núcleos Geracionais Globais e seus tipos de comportamento, além de debater sobre o que se entende por Consumo Autoral. Os participantes terão a oportunidade de reconhecer em cada Núcleo Geracional características essenciais para criação de estratégias de novos produtos, pontos de venda e comunicação. Ao final do workshop, cada participante deverá estar estimulado a mudar sua atitude para enxergar que hoje não mais só o jovem é produtor de novas sensibilidades e tendências. Cada perfil de consumidor é capaz de inferir novos comportamentos em áreas de maior compatibilidade com suas atitudes e valores.”

Para saber mais: aqui

Para se inscrever: (21) 2523 9975

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