Branding, por Carol Garcia

por Alexia Chlamtac

Sábado, 11/06, foi dia de workshop com Carol Garcia, expert no assunto. Além de ser uma fofa, Carol tem vasta experiência no assunto, já tendo trabalhado com bancos, grandes marcas como a Victoria’s Secret e muitas outras. Carol tem uma carreira, no mínimo, invejável.

Rasgações de seda à parte, vamos falar do que importa, né? O tal do Branding. Sendo bem sincera, já tinha escutado o termo algumas vezes, mas não sabia do que se tratava. E aí, o interesse em cobrir esse workshop foi maior ainda, aprender coisas novas é sempre muito interessante, certo? Certíssimo. Branding, o que é isso? É a construção do perfil/imagem de uma marca.

Começando pela imagem da marca, Carol disse que essa é apenas a “pontinha do iceberg”. Ou seja, por baixo dela existem muitas outras coisas. E o que é essa pontinha de iceberg? Uma promessa de sonho, uma mentira, a venda de algo que você procura (lembram desse post?), além de ser algo relacionado a cultura local (ou mundial). Explicando melhor, a marca te apresenta uma imagem sedutora, na maioria dos casos, não condizente com a sua realidade, e você acha que ao comprar o produto anunciado vai transformar a sua vida, viver naquele conto perfeito da propaganda. A imagem te engana. Ela, a imagem, costuma trazer consigo um estereótipo, que quando aparece, você procura um significado. Uma imagem ao se repetir diversas vezes começa a ter um significado. Exemplo: café. No Brasil, o café é algo “calmo”, o café com os amigos, com a família; já nos Estados Unidos o café é algo associado a pressa, a correria do dia-a-dia. O americano passa num Starbucks da vida, pega o seu copinho de café e continua sua jornada, não tem uma pausa para o café. Pense no Starbucks, vai aparecer uma imagem na sua cabeça, agora pense no café pimpinela (foi bem aleatório, haha), a imagem vai ser totalmente diferente.

Toda marca precisa de uma identidade, ou seja, um conceito (ou qualquer outra coisa) que se repete várias vezes até formar uma imagem, uma verdade. Muitas vezes, é a repetição de uma mesma imagem, causando uma imortalidade. Usando Lagerfeld como exemplo, ele inova os materiais, mas a imagem da Chanel, continua a mesma, imortalizada.

Ao criar o perfil da marca, primeiro, definem o público alvo, depois analisa-se o que o cliente gosta de usar, comer, ler, ouvir, aonde ele gosta de ir, as lojas que ele compra, após tudo isso definido, escolhem aonde ficará localizada a loja ou o que quer seja. Escolhem as ações da marca. Todo esse processo complexo e longo, é chamado de branding.

O texto foi todo baseado no que a Carol disse.

Anúncios