Tribo Fashion

Mês: junho, 2011

Pensamento aleatório do dia

Acho que o período da TPM deveria vir acompanhado de caixas de kit kat, homens gostosos, carinho, gente compreensiva, filmes e histórias certas. Tudo dentro de uma caixinha, sabem?

Estava aqui, com a minha amiga TPM, pensando: do que adianta ter sapatos, roupas, maquiagem, esmaltes, todas as futilidades que eu tanto amo se estou sozinha, se não tenho alguém ao meu lado!? Mas alguém aí se sente assim de vez em quando?

Anúncios

Biblioteca

A base de um profissional, de qualquer área, está na informação. O acúmulo de conhecimento torna-se primordial para o seu desenvolvimento, não só no trabalho, mas na sua vida pessoal também.

Eu já pensava nisso há algum tempo, mas não sabia por onde começar. Afinal, são tantos títulos para todas as carreiras que fica um pouco complicado saber qual seria o melhor “primeiro passo”. E foi no ano passado, com o fim do blog It Girls, que Alessandra Garattoni resolveu escrever seu primeiro livro, baseado no blog. E foi assim que o livro It Girls foi lançado e a minha biblioteca de moda iniciada. Devorei o livro em poucas horas. As dicas de estilo ali presentes, são para toda a vida. Logo depois, fiquei desesperada por mais um livro sobre estilo, qualquer um. Dando umas voltas pela Travessa, lembrei do Livro Negro do Estilo, escrito por ninguém menos que Nina Garcia. Outro livro devorado. Parti para um terceiro, dessa vez, o escolhido havia sido escrito pela minha musa de estilo: Costanza Pascolato. Confesso que foi o que demorei mais para ler, mas não diminuiu o valor do livro, com informações preciosas.

It Girls: Com humor e leveza, Alê Garattoni lançou um livro recheado com dicas de moda, beleza, estilo e etiqueta. O livro poderia ser chato e cansativo, tendo em vista os assuntos abordados, mas Alessandra conquista o leitor através do seu linguajar jovem, sem perder a seriedade. Além do linguajar jovem, o livro não possui escrita afetada ou conteúdo fútil. São informações imprescindíveis para o convívio em sociedade. O livro é como um manual de etiqueta para mulheres do século XXI, que há muito perderam os bons modos.

O livro negro do estilo: Nina Garcia aborda os mesmos assuntos que Alessandra Garattoni, porém, com foco maior em estilo. Nina dá boas dicas de como se vestir bem, as características das mulheres de cada lado do mundo. A jornalista colombiana ensina a respeitar o seu corpo, a ter maior cuidado na hora de se vestir. Fala sobre peças atemporais, como fazer as compras certas. Se Alessandra tem o manual de etiqueta, Nina tem o seu manual de como se vestir bem.

Confidencial: segredos de moda, estilo e bem-viver: Costanza Pascolato fala de maneira mais pessoal sobre a moda. Como foi influenciada, como surgiu a paixão pelo tema. Ensina usando a própria vida como exemplo, divide a bagagem cultural com o leitor num clima bastante intimista. Fala sobre filhos, carreira e como lidar com o dia-a-dia sem perder a exuberância, sem perder a classe. Costanza fala sobre saúde, bem-estar, assuntos que costumamos deixar de lado, pois nos esquecemos que saúde também completa look.

São três livros de moda que abordam temáticas parecidas, porém, escritos por três mulheres de gerações diferentes. Os três se complementam.

De dentro pra fora: a importância da lingerie

Recentemente, escrevi sobre a história da lingerie. Agora vou falar sobre a importância dela, o que acaba sendo um pouquinho mais complexo, nada grave haha. .

Muitas mulheres acham que entrar na Victoria’s Secret da próxima esquina Miami  irá transforma-las na próxima Angelina Jolie e que daí pra frente, todos os homens vão querer algo com elas. Bom, talvez até funcione, mas a lingerie não está associada somente a sexualidade, vai muito além.

A lingerie é questão de auto-estima também. Caso você esteja mal com o seu corpo, provavelmente vá usar uma calcinha velha, um sutiã velho, junto com um pijama velho. Ok, é confortável, mas conforto da calcinha velha não aumenta o seu ego nem leva o Brad Pitt pra sua cama, gata. Vai me dizer que você não usa calcinha velha, Alexia? Não, hehe, mas a blogueira aqui não tem a auto estima tão alta assim. Enfim, também não quer dizer que você tenha que andar com um fio de strass inserido na sua bunda, se não gostar, é claro, hehe. O importante não lingerie não é o tamanho, a cor ou o formato, no caso do ego, é fazer com que você se sinta bonita, sensual, amada e confortável também, haha.

Muitos dizem que a nossa beleza vem de dentro, certo? Com o look é a mesma coisa, a beleza vem de “dentro”. Começa pela lingerie, que deve ter o caimento certo. Como eu disse no parágrafo anterior, a lingerie serve pra te deixar bonita, então colocar uma calcinha dois tamanhos menores só vai ter um resultado: marcar todas as imperfeições que você odeia e as que você nem conhece também. Além de evidenciar as imperfeições do seu corpo -todas temos imperfeições- calcinhas muito estreitas e  muito apertadas, marcam o seu corpo. A maioria das mulheres da atualidade possuem uma “divisão” que facilita a existência dos pneuzinhos e ajuda na formação de celulites #prontofalei. Essa divisão é causada por calças jeans muito baixas e muito apertadas associadas a calcinhas muito baixas e muito apertadas. Aquelas calcinhas sem costura ou sem elástico são uma opção melhor para a saúde do seu corpo. E respeitar a sua cintura é uma boa também, ela já ta ali, marcadinha, vamos respeitar a coitada, né gente? -Tô trabalhando nisso, cintura alta não quer dizer falta de sensualidade-. O mesmo vale para o sutiã, colocar um sutien menor ou maior do que os seus seios, vai ser desconfortável, e pode causar “defeitos” no formato deles. Ninguém precisa saber que aquilo ali é fake, mas a sua consciência já vai ser responsável por derrubar a sua felicidade. Na hora de se vestir, você deve escolher uma lingerie que se adeque ao look selecionado para a ocasião, ou seja, uma lingerie que deixe o look ainda mais bonito. De nada adianta colocar uma saia adesiva com uma calcinha de babados, entendem? A calcinha velha não vai segurar tudo no lugar como deveria então vai jogar seu ego e seu look no chão. Mais um motivo para não sair com a calcinha velha? Digamos que você resolve ir ao trabalho com a tal calcinha, afinal você está indo para o trabalho, tenha certeza que será nesse dia que vai rolar um after com o bofe que você estava de olho. “Alexia, eu sou casada/tenho namorado/noivo, tô nem aí pra isso”, hãm, vai que ele passa no trabalho e te sequestra pra algum lugar? “Nós já estamos casados”, começa a usar a calcinha velha que ele arruma outra. Ok, parei. Os motivos anteriores servem também para combinação, todo sutien deve ter 7 calcinhas que combinem com ele, segundo Nina Garcia. Um dia eu chego lá hahaha.

Enfim, a lingerie valoriza o seu ego, o seu corpo, mantêm casamentos e mais uma série de coisas. Vale a pena investir tempo e dinheiro na hora de adquirir, e que fique claro, tempo vale mais do que dinheiro nesse caso.

Gravata Borboleta, sim!

Hoje em dia, fica difícil você dizer com propriedade que tal peça pertence exclusivamente ao guarda-roupa masculino. Devemos isso à Gabrielle “Coco” Chanel, que começou a adaptar peças masculinas ao guarda-roupa feminino: calças, blazers. Homens usam saias, chamadas Kilts (exemplo: Marc Jacobs), caftans (exemplo: Dudu Bertholini).

Faz um certo tempo que as gravatas viraram acessório feminino, não é novidade para mais ninguém. Porém, eu estou num momento de paixão absoluta por um tipo em especial, as borboletas (gravatas). Talvez seja influência dos laços que aparecem para todos os cantos. Acredito que seja uma boa forma de aderir aos laços, mas sem ficar muito meigo. Ou então, quebrar qualquer look romântico/lady like demais. E uma boa maneira de incluir um ar inusitado ao look.

Gosto mais das gravatas borboleta do que das normais, porque não é tão “comum” quanto a tradicional ( que já não é muito comum, mas a borboleta é menos ainda). Além disso, são gordinhas e adoro tudo que é gordinho.

Se eu pudesse, roubaria todas as gravatas do Jô (Soares) e ele também. Enfim, passei a ter um problema: aonde encontrar gravatas borboleta? O it boy Caio Braz (Tarsila Marinho) recomendou brechós e talvez, a Zara. Ainda não tive tempo para procurar, infelizmente. Minha vida anda uma correria (felizmente). Porém, as gravatas que realmente fizeram a minha cabeça e viraram objeto de desejo da minha vida são as gravatas do estilista Laurent Desgrange, um jovem estilista francês. São gravatas divertidas e extravagantes, bem a minha cara. 

 

 

 

Fotos: Divulgação

A blogueira que vos tecla aceita gravatas de presente! Alguém aí ta indo pra Paris? hahahaha

 

De dentro pra fora: a história da lingerie

Poderia ser um texto de auto-ajuda, mas não faz o meu estilo, nem combina com os assuntos abordados por aqui. O tema em questão é bem simples e faz parte do nosso dia-a-dia: lingerie -e toda a sua importância.

Foi lá atrás, segundo milênio antes de Cristo (põe lá atrás nisso!), que surgiu a lingerie, ou um ensaio dela. Era um corpete simples que sustentava a base do busto e evidenciava os seios (nus). Na Grécia, as mulheres usavam para esconder os órgãos íntimos quando iam se banhar nas fontes de Atenas.Já na Idade Média, surgiram os corpetes com cordas, que eram muito justos e apertavam os seios (não devia ser confortável!). Durante o século XV, as mulheres nobres do condado da Borgonha, passaram a usar uma faixa que além de sustentar o busto, dava a impressão de aumentar. Chegando no Renascimento, a coisa ficou um pouco tensa pro nosso lado, o corpete apertava o ventre, afinava a cintura de forma que as mulheres parecessem mais magras, além de deixar os seios com formato cônico. Além de apertar, possuem hastes (podia ser de madeira, marfim ou metal), que podiam chegar a pesar um quilo, imaginem só a tortura. Muitas mulheres chegavam a desmaiar por falta de ar. Graças a deus, alguns médicos começaram a criticar esses corpetes, pois podiam levar até a morte. Primeiro, veio o culo, que era uma espécie de calça que diminuía a mulher na frente e aumentava atrás e bom, tinha um espartilho tão apertado que era necessário duas pessoas para aperta-lo. E depois, a crinolina que eram armações revistas por crina de cavalo e que comprimia muito o corpo da mulher, levando aos desmaios citados anteriormente.

No século XVIII, algum ser iluminado facilitou a nossa respiração, substituindo o marfim e o metal por barbatanas de baleia. Foi nessa época também em que os decotes aumentaram e a confecção mudou, de forma que comprimisse a base do busto e evidenciasse os seios. Passaram a ser mais sofisticados, com bordados, laços, tecidos mais…rebuscados.

Em 1832, foi criada a primeira fábrica de espartilhos sem cortura e em 1840, espartilhos com cordões de elástico, assim a mulher poderia se vestir sozinha. Além disso, as roupas íntimas eram compostas também por calças que iam até o joelho e possuíam babados.

Mas foi a partir de 1900, que tudo começou a mudar mesmo! Os grandes estilistas Paul Poiret e Madeleine Vionnet, foram inspirados pelo estilo neo-oriental dos ballets de Serge de Diaghilev a criar silhuetas mais naturais. E foi Poiret quem determinou o fim dos espartilhos e corpetes, dando lugar a uma imagem de sensualidade e luxo.

Nos anos 20, a lingerie começou a sair da mesmice, ou seja, começou a ganhar novas cores, além do branco tradicional. Mas foi em 1929, com a queda da bolsa, que as fábricas passaram a usar novas fibras de forma que barateasse o custo da lingerie, já que as mulheres não tinham dinheiro sobrando nessa época. Em 1947, com o New Look da Dior, as mulheres ganharam sutiens que definiam os seios e cintas que escondiam a barriga e definiam a cintura. Nos anos 50 e 60, as fábricas passaram a se interessar pelas consumidores mais moças e com isso, surgiram novos shapes para os sutiens, que ficaram mais ousados, ganharam arames para sustentação. E o apse da ousadia, foi quando começaram a usar transparências e rendas nas roupas (não sei como a lingerie era sensual sem rendas e transparências, mas ok!). E no final dos anos 70 e início dos anos 80, a inspiração romântica tomou conta. E dos anos 90 pra cá, são diversos shapes, cores, tecidos, estampas, podendo usas peças inspiradas no passado. Tudo virou uma grande brincadeira.

 

 

 

 

 

 

O melhor vídeo da história das semanas de moda!

Eu me orgulho de conhecer casais como Carla Lemos e Victor Fernandes, do Modices. Responsáveis pelo sucesso de um dos maiores sites/blogs de moda do país. Carla é do tipo acolhedora, mãezona, viciada em iPhone, sabe todos os aplicativos existentes, seu lado geek fala alto, segundo Victor, ela também é uma destruidora de iPhones, haha. Não tem como não rir com Carla Lemos e mais, não tem como não amar Carla Lemos. E se não bastasse ser inteligente, ter estilo próprio, ser cheia de personalidade, é humilde, livre de preconceitos e não trata alguém bem por puro interesse. De vez em quando, o jeito dela assusta, mas ela é assim e não muda (amém!). Já o Victor é um fotógrafo de mão cheia, daqueles de fazer em inveja, sabem? Tão engraçado e simpático quanto a Carla. Responsável pela sessão “das ruas” no Modices, apresenta cliques espontâneos como ninguém e brinca dizendo que é câmera quem faz tudo, que ele só aperta o botão (aham, senta lá). Conheço o Victor bem menos do que a Carla, mas admiro bastante. Existe um tal blog de street style nacional que faz um sucesso tremendo, tenho certeza que o Victor nem se abala com toda essa visibilidade do possível “concorrente”, o trabalho dele é infinitas vezes melhor, tipo, sem comparação, entendem? Separados são incríveis, juntos mais ainda. Não é aquele casal grudento e meloso que você tem vontade de dar um tiro, parecem amigos, irmãos, mas você todo o amor, paixão e cumplicidade que existe ali no meio.

E só esse casal seria capaz de produzir vídeo tão incrível, daqueles que te arranca um sorriso e te faz relaxar. Tudo o que qualquer pessoa precisa no meio de uma semana de moda: sorrisos e relaxar.

Só aumentaram ainda mais a minha admiração!!!

 

Brogue? Hã?

Quando a gente acha que sabe tudo “das moda”, aparece um novo termo para virar a sua cabeça. Cada peça de roupa ou acessório tem seu nome, o que já complica a vida de muita gente, só que complicação nunca é demais nesse nosso mundinho. Basta ter um corte diferente, um comprimento diferente e tudo muda. É igual? Não? Então, dá outro nome pra ele.

Esse é o caso dos brogues. Não, não é uma maneira errada e engraçada de chamar os blogs, é um sapato. É, isso mesmo, um sapato. É um oxford com furinhos. E existem os semi-brogues, que são furados só nas pontas. São sapatos com uma pegada “casual”, sem perder o “business”, vindos da Irlanda e Escócia.

Inicialmente, foram criados para trazer conforto aos trabalhadores da época, os furinhos serviam para escoar a água da chuva ou a umidade de regiões pantanosas; hoje em dia, os furinhos são apenas enfeite. Tempos depois, os brogues foram levados para a dança, devido ao conforto e ao barulho que o salto fazia no piso de madeira. Eram feitos de couro não-curtido, por isso a tonalidade marrom, mas hoje em dia existem nas mais diversas tonalidades e materiais.

Com o passar dos anos, os brogues foram adaptados ao vestuário feminino, possuindo versões até em salto alto. E são nossos aliados na hora de montar um look mais preppy. Ajudam a deixar o look mais formal, mas sem perder o moderno. Além disso, deixaramE ao que tudo indica, são uma aposta para o verão. Anota aí!

Branding, por Carol Garcia

Sábado, 11/06, foi dia de workshop com Carol Garcia, expert no assunto. Além de ser uma fofa, Carol tem vasta experiência no assunto, já tendo trabalhado com bancos, grandes marcas como a Victoria’s Secret e muitas outras. Carol tem uma carreira, no mínimo, invejável.

Rasgações de seda à parte, vamos falar do que importa, né? O tal do Branding. Sendo bem sincera, já tinha escutado o termo algumas vezes, mas não sabia do que se tratava. E aí, o interesse em cobrir esse workshop foi maior ainda, aprender coisas novas é sempre muito interessante, certo? Certíssimo. Branding, o que é isso? É a construção do perfil/imagem de uma marca.

Começando pela imagem da marca, Carol disse que essa é apenas a “pontinha do iceberg”. Ou seja, por baixo dela existem muitas outras coisas. E o que é essa pontinha de iceberg? Uma promessa de sonho, uma mentira, a venda de algo que você procura (lembram desse post?), além de ser algo relacionado a cultura local (ou mundial). Explicando melhor, a marca te apresenta uma imagem sedutora, na maioria dos casos, não condizente com a sua realidade, e você acha que ao comprar o produto anunciado vai transformar a sua vida, viver naquele conto perfeito da propaganda. A imagem te engana. Ela, a imagem, costuma trazer consigo um estereótipo, que quando aparece, você procura um significado. Uma imagem ao se repetir diversas vezes começa a ter um significado. Exemplo: café. No Brasil, o café é algo “calmo”, o café com os amigos, com a família; já nos Estados Unidos o café é algo associado a pressa, a correria do dia-a-dia. O americano passa num Starbucks da vida, pega o seu copinho de café e continua sua jornada, não tem uma pausa para o café. Pense no Starbucks, vai aparecer uma imagem na sua cabeça, agora pense no café pimpinela (foi bem aleatório, haha), a imagem vai ser totalmente diferente.

Toda marca precisa de uma identidade, ou seja, um conceito (ou qualquer outra coisa) que se repete várias vezes até formar uma imagem, uma verdade. Muitas vezes, é a repetição de uma mesma imagem, causando uma imortalidade. Usando Lagerfeld como exemplo, ele inova os materiais, mas a imagem da Chanel, continua a mesma, imortalizada.

Ao criar o perfil da marca, primeiro, definem o público alvo, depois analisa-se o que o cliente gosta de usar, comer, ler, ouvir, aonde ele gosta de ir, as lojas que ele compra, após tudo isso definido, escolhem aonde ficará localizada a loja ou o que quer seja. Escolhem as ações da marca. Todo esse processo complexo e longo, é chamado de branding.

O texto foi todo baseado no que a Carol disse.

Pra que esses olhos tão grandes…

Eu tenho um estilo um tanto quanto peculiar, não nego… Gosto de coisas extravagantes, diferentes… acho engraçado os olhares assustados na rua. E aí que quando o assunto é óculos, o problema é GRAVE. Surto de vez, adoro modelos diferentes, mas 98% da população não gosta. Então, se você entrar em uma loja dentro de um shopping, com certeza não vai achar. Porém, contudo, todavia, entretanto, existem brechós por aí que restauram óculos antigos e vendem coisas loucas por aí. E o melhor: o preço. Não tem nada absurdamente caro, sabem? Enfim, lá no RipXic (consultar o post anterior) encontrei o “Eu amo óculos”. Imaginem óculos vintage? Pois é, tive vontade de sair de lá direto para um filme do passado, dançando pelas ruas de Paris.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fotos: Alexia Chlamtac, prazer

É muito complicado achar um óculos que se adeque ao seu estilo em lojas “normais”. O óculos vendido em lojas é o fashionista, o que a it girl do momento ta usando. Mas e se o seu estilo não for o mesmo da it girl? Pior, e o se o seu estilo não tiver NADA a ver com o da tal it girl? Você parte pro bom e velho modelo aviador. Imposições do mundo fashion. Agora digamos que, no seu estilo, o óculos que se encaixa é o com armação de estrelinha? Você NÃO vai achar em lojas convencionais, a não ser que uma it girl da vida passe a usar e vire moda. E é aí que está a graça em ir atrás de brechós com óculos diferentões. Se você não achar um que é bem parecido com o seu estilo, pelo menos vai se divertir bastante experimentando os modelos esquisitos. Olha, vale muito a pena dar uma passadinha no “Eu amo óculos”, tem pra todos os gostos, meninas (e meninos)!!!

 

Observações: O RipXic fica no Edifício Garagem Menezes Cortes, 2˚ andar. Acaba no dia 21/06. Então, CORRE!

Eu não sei outros endereços do “Eu amo óculos” fora do RipXic, mas já entrei em contato com a assessoria, em breve, atualizo o post!

Os botons e o tal do colete jeans

Costumava pensar em botons e lembrar de coisas infantis, cafoninhas, pessoas rock n’roll demais. Não me passava uma boa imagem, mesmo… mas tudo nessa vida muda, néam? E foi no Fashion Rio que tudo mudou radicalmente… a tal história da tendência -nesse caso não se chega a ser tendência mesmo- que vem das ruas, sabem? O nosso amado colaborador, Alexandre Mortagua, me apareceu com duas coisas que eu nunca fui fã: colete jeans – e jeans claro – com botons. Minha reação normal seria torcer o nariz, vomitar em cima dele, kkkk, mas caí de amores. Assim, instantaneamente! Ao longo do Fashion Rio, vi muitos coletes jeans, a maioria em jeans com lavagens especias e taxas, o do Alê não tinha taxas, tinha BOTONS! Muitos botons!

Ta, Alexia, a gente entende que ele é seu amigo e tal, mas pra que você ta falando de botons, colete jeans e o que o Alexandre estava usando?

Eu explico! Hoje, eu fui ao centro da cidade, lá onde fica a loja da Pin-Up Carioca, no RipXic. Está acontecendo um evento com novos estilistas! E aí que logo que eu cheguei lá, Flavinha me contou dos tais botons que ela tinha acabado de comprar. Adivinhem pra colocar aonde? No colete jeans dela, hahaha. Parecia até piada. Pouco tempo depois ela me levou para conhecer os tais botons, sabe vontade de levar todos pra casa? Pois é… foi o que aconteceu!

Bob Esponja, eu declaro todo o meu amor por você.

 

Não é lindo? Ai, esse meu amor pelo twitter hahahhaha

Fotos: Alexia Chlamtac, prazer

Todos os botons, e tem muitos outros na loja, são do Atelier TQ. E óh, todo 1˚ sábado do mês dá pra encontrar as meninas na Feira do Lavradio (Rua do Lavradio, em frente ao número 68). Agora falando de preço: os pequenos: 5 por R$10,00, os grandes são R$5,00. Ta barato pra caramba!!! Vambora todo mundo comprar botons!!!!!