Tribo Fashion

Mês: agosto, 2010

MK Olsen

Mary Kate, eu te amo! hahaha Ôôh baixinha pra se vestir bem, tô pra ver! Estreiou nas telinhas aos nove meses junto com sua irmã gêmea, Ashley, estrelaram diversos filmes porém, aos 24 anos ambas abandonaram a carreira de atrizes. M.K. se dedica a moda, tendo sua grife própria e é estagiária da fotógrafa Annie Leibovitz.

A tampinha tem um estilo naturalmente despojado, hippie-chic lindo!

Mary Kate, você é minha gêmea preferida!!!

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Camelo é o novo nude!

O nude vai saindo de fininho e o mais novo amante das mulheres invade a festa estonteantemente, lá vem ele, o camelo. Fazendo a felicidade das que acham o nude muito sem sal, o camelo é um pouco mais escuro, mais sóbrio e maduro. E aí? Qual dos dois você leva pra casa?

McQueen

Em 17 de março de 1969, nascia Lee Alexander McQueen, o caçula de seis irmãos. Deixou a escola aos 16 anos para trabalhar na Anderson & Sheppard, tendo clientes como Príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Na década de 90, entrou na Central Saint Martins, fazendo parte do mesmo grupo que John Galliano e Stella McCartney.

McQueen era abertamente gay e no verão de 2000, casou-se com o cineasta George Forsyth, tendo a top Kate Moss como dama de honra.

A editora britânica Isabela Blow comprou sua coleção de encerramento na faculdade, vindo depois a ser sua mentora e melhor amiga. Blow também aconselhou-o a usar o nome “Alexander McQueen”. Ao sair da faculdade, abriu sua própria marca, que levou seu “novo” nome, no East End de Londres. Em 1996, substituiu Galliano na direção criativa da Givenchy. Em 2001, saiu da Givenchy e assumiu o mesmo cargo na Gucci. Chegou a fazer parcerias também com a Puma e com a Target.

O estilista “bad boy” conhecido como o “mestre do fantástico”, ficou famoso por suas coleções dramáticas, muitas vezes chegando ao bizarro. Alexander não seguia tendências, não abria mão do vermelho, era avesso a entrevistas, causava polêmica e adoração instantânea. Suas extravagâncias chamaram atenção de celebridades que fizeram suas peças virarem as verdadeiras estrelas de red carpets. Vestiu de Beyoncé, Fergie, Rihanna, Janet Jackson, Mary J. Blige, Björk, a excêntrica Lady Gaga, Sarah Jessica Parker, Cameron Diaz, Sandra Bullock, a top Naomi Campbell, Rachel Weisz, Cate Blanchett, Anna Paquin, Katie Holmes, Camilla Belle e até a primeira dama americana, Michelle Obama.

O seu desfile na semana de moda de Paris era o mais esperado de seus trabalhos,  o estilista morreu no auge da carreira. Alexander McQueen revolucionou a moda, encantou o mundo. As passarelas sentirão falta de suas cores, ousadia, rebeldia e irreverência. O mundo fashion lamenta a morte do Insubstituível.

E agora, alguns meses após a morte do mestre, Sarah Burton, sua protegida, continua seu legado. Começou a trabalhar com o estilista em 1996 e em 2000, foi nomeada chefe do departamento feminino da marca. Sarah promete manter o padrão McQueen da grife. Ela debuta em novembro, com cocktail dresses baseados na arquitetura, em branco neve e laços de renda.

Shoes & Bags

Os scarpins com bico finissímo mata-barata-no-canto estão voltando, eu prefiro meus peep-toes.  Huntings booties também chegam para confirmar a tendência do militarismo. E para surpresa de todas, loafer pumps também.

Nas bolsas, as bolsas-carteiro continuam em alta, nossa querida Alexa Bag continuará por mais uma estação! Bolsas laranjas esquisitinho também vão dar as caras na próxima temporada lá pelas bandas do Obama.

Old School

Saias escolares nada de saias pretas com preguinhas estampadas com aquele xadrez grande, cores como verde musgo, por favor e bordô. As leather leggings também continuam deus ouviu minhas orações. Bom, letterman jackets também estão pra aparecer por aí, mas não consigo simpatizar nem um pouco com elas, são tão… machas hahaha. Ao que tudo indica, a Inglaterra continua em alta, com seus modelitos Old School.

Plumas e o Branco

As plumas, o branco e as peles -falsas por favor, não quero ver ninguém sendo apedrejado pela PETA- são as tendências para o inverno do hemisfério norte, será que pega por aqui? Se dependesse de mim, sim! HAHA Eu devo ter sido Drag Queen em outra vida, adoro plumas, brilhos, colorido, coisas extravagantes, é tudo tão feliz olhinhos brilhando,oi! As plumas e peles aparecem em bolsas, sapatos, saias, jaquetas, blusas, boleros, em detalhes e em peças inteiras! O branco aparece em peças inteiras, algo bem clean. Uma boa combinação são acessórios coloridos, pra não ficar muito noiva+réveillon!

Me apaixonei por essa clutch redondinha da Louboutin!!!

Será que a tendência pega por aqui?

A salvação!

Não, não é nenhum produto grifado… Desde que vi a Vic Ceridono falando sobre isso, pensei:”Pronto, a Vic surtou! Está dizendo para passar creme para bunda de criança na boca!”, mas como sou pouco curiosa e confio horrores em todas as dicas dela, fui testar… segui o procedimento: passar nos lábios antes de dormir; acordei com travesseiro, lençóis, edredon, tudo sujo, mas quando vi como estavam meus lábios quase mandei fazerem uma estátua pra Vic hahaha, sério, você acorda com a boca branca, mas é uma felicidade tão grande. Eu costumo tirar com água morna, esfregando de leve, até que me irrito e começo a esfregar com força não façam isso e pronto, tudo lisinho e perfeito. Vic recomenda Bepantol, eu uso Hipoglós paixãozinha. Não sei se a Vic já falou também, mas vou falar, é ótimo também pra olheiras, mesmo processo dos lábios e tcharan você acorda sem nada, sem uma olheira. Também é bom pra insolação já fui obrigada a testar. Também é bom para espinhas, mas essa função eu nunca testei, não tenho espinhas, hehe. Mas minha pele é oleosa de manhã (não me perguntem porque) e o Hipoglós não interfere em nada, às vezes, sinto até menos oleosa. Acho que o principal é limpar bem direitinho.

E tem aquelas receitinhas caseiras: Fazer uma pasta de aveia com água e passar nos lábios massageando com cuidado, já testei aveia com leite e também funciona, sempre prefiro leite a água.  Fazer uma pasta de mel e açúcar e massagear com MUITO cuidado, também é eficiente, essa eu gosto bastante. Passar uma escovinha de dentes macia com creme hidratante de maneira suave e depois retirar com água morna. E NUNCA SAIR DE CASA SEM LIPBALM.

Post em homenagem a Camila, hahaha

Instituto Rio Moda

Recebi hoje por e-mail…

Estilo

A falta de originalidade, precurssora do chamado estilo, está em falta. Raramente encontramos pessoas com aquele “quê” que faz a diferença. O mais comum são manequins de vitrines criando vida e andando pelas ruas. Roupas são mais do que alguns pedaços de tecido juntos, é arte e identidade. Como diria a frase-de-alguém-que-não-me-lembro: “a beleza está nos detalhes”. Estar na moda, ser “it” é ir além do conceito. Não vem do berço, criação, sangue ou espécie de dom. É o olhar apurado, a arte de observar e questionar. Observar tem ligação direta com construir; construir é mais do que montar, é harmonizar. São cores, formas e texturas entrando em completo acordo. Moda não é ctrl+c – ctrl+v, é criação, a criatividade de um estilista misturada com o dar asas a imaginação. Moda é história. Tendência é usar o que está nas revistas com a dose ideal do toque pessoal. Estar na moda é ousar sem medo de ser feliz, brincar se vestindo. A roupa certa é a que faz a pessoa se sentir bem. A melhor sensação “modal” não é comprar a peça desejo entre 100 de cada 10 garotas, é ir além e usar de maneira inusitada. Fashion é sinônimo de inesperado. Ter estilo é ter opinião própria, personalidade, defender algo até o fim sem medo das consequências. A fórmula não existe, cada qual cria a fórmula certa adequada a gostos e estilo de vida.

Existe um “detector” do tal estilo, é notável, ou a pessoa é íntima, segura e confortável com o que usa ou é claramente visto o estranhamento com as “roupas”.

Não existe essa de que a moda é uma ditadura onde todos são obrigados a usar tendências. Só passa por esse tipo de desconforto quem se permite ser militarizado – e nesse caso não estamos falando da tendência- e não permite que a opinião própria fale alto. A moda é democrática e cada qual faz o que quer. A ditadura é intelectual, no cérebro de cada indivíduo e a moda é apenas mais um canal de culpa. Moda é pessoal. Tendência é base direcional.

(Foto: The Sartorialist)